VISITAS

domingo, 21 de janeiro de 2018

Henri Anatole Coudreau - Franceses na Amazônia

Henri Coudreau

Henri Anatole Coudreaux (nascido em 06 de Maio de 1859 em Sonnac (França), faleceu em 09 de Novembro de 1899 em Cachoeira Porteira (Para - Brasil) em  novembro de 1899)
Foi professor de história e geografia no Colégio de Caiena, na Guiana Francesa. Em 1895, contratado pelo governo do Pará, passou a fazer uma série de explorações pelos rios da Amazônia, tendo falecido as margens do Rio Trombetas. Escreveu Viagem ao Tapajós: 28 de julho de 1895 – 7 de janeiro de 1896 e Viagem ao Xingu: 30 de maio de 1896 – 26 de outubro de 1896Na Guiana Francesa iniciou, nos períodos de férias, explorações nos arredores de Caiena, dilatando pouco a pouco suas viagens de estudos e observações até regiões mais afastadas, colhendo o material para o trabalho, publicado em 1883, denominado “Richesses da la Guyenne Française”, trabalho que obteve medalha na Exposição de Amsterdam. A serviço do Ministério da Marinha e das Colônias estudou, numa primeira missão, e nos anos de 1883, 84 e 85, os imensos territórios, então contestados, entre a Guiana Francesa e o Brasil. Partindo da Aldeia de Counani, passou depois ao Rio Branco indo até o Rio Negro permanecendo, nessa viagem de estudos, dois anos cheios de aventuras, sozinho entre os naturais da região. Sua segunda missão durou ainda dois anos (Maio de 1887 a Abril de 1889) e, do ponto vista geográfico, foi particularmente rica, pois, além de percorrer um itinerário de mais de 4000 km  levantados na escala de 1:100.000, realizou levantamentos considerados completos do Rio Oiapoque, do Maroni e do Moronini, da embocadura à nascente. Viajando 2.600 quilômetros em rios e 1.400 em montanhas, Coudreau precisou para cobrir os 1.400 quilômetros no Tumucumaque, marchar efetivamente 210 dias a pé, dos quais 160 pelos caminhos indígenas da floresta e 50 na floresta, valendo-se da bússola e, principalmente, da caça para a alimentação. Descobrira 150 cumes que foram medidos e levantados Quase todas as nascentes dos cursos d’água das duas vertentes foram fixadas, bem como, descrito o relevo geral da região dos picos rochosos. O estudo do clima, a descrição da floresta de cacaueiros nativos e de árvores da borracha na região de Tumucumaque, ao pé das montanhas, tudo foi considerado pelo explorador francês que acreditou, com sinceridade, na possibilidade da sua exploração econômica e consequente colonização. Do ponto de vista etnográfico descobriu, na região, cerca de 20 tribos indígenas todas sedentárias e agrícolas, pacíficas e inteligentes, das quais estudou os costumes, os hábitos e os dialetos. Para se avaliar da infatigável atividade do explorador após as 3 primeiras missões, basta que se atente para os trabalhos enumerados por sua diligente e inseparável companheira Madame O. Coudreau, ao escrever a biografia do ilustre espôso, exarada em “Voyage au Rio Trombetas ‒ 7 Aout 1889 ‒ 25 Novembre 1889 ‒ Paris ‒ A Lahuré, Imprimeur ‒ Éditeur ‒ 1900”; “La France équinoxiale, 2 volumes e um Atlas”; “Voyage Rio Branco”; “Les Français en Amazonie”; “Dialectes indiens de la Guyane”; “Les Indiens de la Guyane”; “Les Caraibes”; “Les Tumuc‒Humac”; “Les Lèjendes des Tumuc‒Humac”; “Le Brésil Nouveau”; “L’Émigration au Nouveau Monde”; “Dix ans de Guyane”.  Quanto aos itinerários e levantamentos foram assinalados por Madame Coudreau, ao todo, 38 folhas de levantamentos.  Em 1895, Henri‒Anatole Coudreau inaugurou um serviço de exploração no Estado do Pará, tendo sucessivamente explorado o Tapajós, o Xingu, o Tocantins, o Araguaia, o Itaboca, o ltacaiuna, bem assim a zona compreendida entre o Tocantins e o Xingu, o Jamundá e o Trombetas, em cujas margens faleceu.  À cerca da sua atividade e do valor de seus trabalhos escreveu Madame Coudreau: “Ao cabo de cada viagem publicou um livro relatando-a. Era muito produzir para um diletante como Coudreau”. Em 1895, foi incumbido pelo governador do Pará ‒ Lauro Sodré ‒ de uma missão científica no Rio Tapajós. A respeito publicou, em Paris, 1897, A Lahure ‒ Éditeur ‒ Voyage au Tapajoz, volume traduzido para o português por A. de Miranda Bastos, com anotação de Raimundo Pereira Brasil, Companhia Editora Nacional, volume 208 ‒ Série 5, Brasiliana, Biblioteca Pedagógica Brasileira, S. Paulo.
Fonte: Wikipedia - https://pt.wikipedia.org/wiki/Henri_Coudreau

Bibliografia
  • Le Pays de Ouargla, (1881)
  • Les richesses de la Guyane française, (1883), awarded a bronze medal at the Internationale Koloniale en Uitvoerhandel Tentoonstelling
  • La France Equinoxiale, (1887)
  • La Haute Guyane, (1888)
  • Dix ans de Guyane, (1891)
  • Les dialectes Indiens de Guyane, (1892)
  • Chez nos indiens. Quatre années dans la Guyane française, Paris, (1893)
  • Voyage Au Trombetas: 7 Août 1899-25 Novembre 1899ISBN 978-1148473758
  • Voyage Au Cuminá: 20 Avril 1900-7 Septembre 1900
  • Voyage Au Maycur, 5 Juin 1902-12 Janvier, 1903
  • Voyage Au Rio Curua (1903)

Fontes na Internet

http://www.henricoudreau.fr/biographies/coudreau.html
_____________________________
LIVROS DE HENRI COUDREAU - PUBLICADOS NO BRASIL
VIAGEM AO TAPAJÓS 
Publicado pela primeira vez em Paris em 1897, o livro é o resultado de uma das expedições realizadas pelo grande geógrafo francês (1858-1899) por incumbência do governo do Pará. O texto se dedica à descrição física da bacia do rio Tapajós, no oeste e no sudoeste paraense, e à etnologia das populações indígenas locais, notadamente os Mundurucus, os Maués e os Apiacás, seu vocabulário, seus costumes e sua organização familiar e tribal.

CONDREAU, H. Viagem ao Tapajós: 28 de Julho de 1895 - 7 de Janeiro de 1896. 1 ed. Companhia Editora Nacional:  São Paulo. 1940. 288 p. p. Coleção Brasiliana, v. 208. Tradução A. Miranda Bastos. Anotações Raimundo Pereira.  Original Voyage au Tapajoz. A Lahure, Paris. 1897.




Disponível em
http://www.brasiliana.com.br/obras/viagem-ao-tapajos

CONDREAU, H. Viagem ao Tapajós. 2 ed. Itatiaia-Edusp:  Belo Horizonte: São Paulo, 1977. 162 p. Coleção Reconquista do Brasil, v. 44. Tradução Eugenio Amado. Original Voyage au Tapajoz. A Lahure, Paris. 1897.


CONDREAU, H. Viagem ao  Xingú. Belo Horizonte: Itatiaia - USP, 1977. 162 p. Coleção Reconquista do Brasil, v. 49. Tradução Eugenio Amado. 

quinta-feira, 11 de janeiro de 2018

Os livros de Willy Aureli


Willy Aureli (1898 - 1968)

Willy Aureli, nasceu em Santos - SP, filho de italianos Augusto Aureli (Roma)  e Luiza Scamperli (Trieste)  teve um irmão (Fernando) e duas irmãs (Parisina e Fernanda). Foi casado com Nair Pereira de Abreu (1904-1992), com quem teve um filho (Ivan de Abreu Aureli) e uma filha (Brunilde Aureli). Na época do seu falecimento estava desquitado e morava em São Paulo, tendo falecido de ataque cardiaco.  Willy Aureli, vicentino, iniciou sua carreia na sucursal de São Vicente do Jornal A Tribuna e A Tribuna em Santos antes de mudar-se para São Paulo onde fez trabalhos para os jornais Folhas de São Paulo, da Manhã, da Tarde e da Noite. Foi presidente da API Associação Paulista de Imprensa. Willy Aureli começou a trabalhar como jornalista em 1924 no "Jornal da Noite" e "Gazeta do Povo", em Santos. A partir de 1927 passou a trabalhar como chefe de reportagem policial na "Folha de S. Paulo". Trabalhou também nos jornais "A Época", "O Tempo", "Diário Popular", "Diários Associados" e "Shopping News". Foi presidente de 1954 a 1957 da Associação Paulista de Imprensa, sendo um dos fundadores do Sindicato dos Jornalistas Profissionais. Fundou a Bandeira Piratininga, em 1937, para o desbravamento dos sertões brasileiros. Publicou livros de méritos, não apenas de aventuras, mas abordando aspectos geográficos, etnográficos, geologicos, da flora e da fauna e das populações indígenas. 



O Jornal A Tribuna em três domingos seguidos, 21 e 28 de abril e 5 de maio (domingos), publicou matérias sobre seus feitos. Posteriormente noticiou sua morte em 30 de agosto desse mesmo ano, 1968 e daí então nada mais se mencionou sobre Willy Aureli.

Infelizmente seu acervo foi perdido num incêndio quando estava sob a guarda de sua irmã Parisina.
A outra, Parisina Aureli, foi casada mais de trinta anos com um cidadão chamado Francisco que, antes disso separou-se de sua antiga mulher. Parisina veio a falecer e o cidadão Francisco voltou à relação com sua antiga esposa. Aqui o alerta para que os acervos sejam divulgados o máximo possível para que não se perca a história por umidade, fogo, cupins ou mesmo o lixo. Francisco ao retornar a relação com sua antiga mulher, esta, ao chegar à casa da falecida Parisina, colocou fogo em todo o acervo de Willy Aureli que estava sob a guarda dela , (Parisina), ou seja, a história de Willy Aurélio virou cinzas. Seu irmão Aurélio Aureli faleceu em uma das incursões da Bandeira Piratininga em decorrência de picada de mosquito e foi sepultado no sertão, próximo ao Rio Araguaia.

Parte de relato de Severino Reste na Internet:
http://www.saopaulominhacidade.com.br/list.asp?ID=6619
Aos 14 anos fui trabalhar na API - Associação Paulista de Imprensa, como arquivista e office boy, que tinha como presidente o escritor e sertanista Willi Aurelli (desbravador dos sertões de Goiás e Mato Grosso, que frequentemente recebia a visita dos também sertanistas irmãos Vilas Boas, de quem tive o prazer de apertar as mãos). Willi Aurelli foi o precursor do turismo de Ubatuba, pois foi quem divulgou a cidade após várias visitas, para registrar e noticiar nos jornais da capital sobre o que ocorria no Presídio da Ilha Anchieta. Foi ele também quem fez conhecer a ilhabelense radicada em Ubatuba Idalina do Amaral Graça.
Idalina do Amaral Graça, pseudônimo "A Solitária de Iperóig" (Iperóig é Ubatuba) foi descoberta por Willy Aureli que levava seus escritos a serem publicados em jornais de São Paulo.
http://www.ubaweb.com/ubatuba/personagens/index_per_masc.php?pers=idalinag


Fonte: http://www.saovicentealternativa.com.br/publico/noticia.php?codigo=221

Willy Aureli, também trabalhou como tradutor e roteirista. Nos documentários Sertões Bravios e Roncador (da produtora do Primo Carbonari) ele foi o roteirista.

BIBLIOGRAFIA (12 títulos):
1 edições  
1931 – A tragédia de Ekaterimburgo
193?  - O evadido de Cayenna

1939 – Roncador: Jornada da “Bandeira Piratininga” (publicado em 1943 como Expedição à Serra do Roncador)
1940 – Bandeirantes d’Oeste
1942 – Sertões bravios
1949 – Léguas sem fim
1952 – Terra sem sombra
1957 – O rio da solidão
1960 – Esplendor selvagem
1963 – Biu Marrandu: Os donos da chuva
1966 – Samaúma
1973 – Bugres no Rio das Mortes


________________________________________________
A TRAGÉDIA DE EKATERIMBURGO
A Tragédia de Ekaterimburgo. 1931

O livro é um relato impressionante do assassínio da família imperial russa.Ecaterimburgo ou Yekaterimburgo (em russo: Eкатеринбург, transl. Yekaterinburg) é uma cidade da Rússia.

________________________________________________

EVADIDO DE CAYENNE
Evadido de Cayenne. 1 ed. 193x. Edições Cultura Brasileira: São Paulo.



_________________________________________________
RONCADOR


Descreve a expedição chefiada pelo autor que, em 1938, saiu de São Paulo a procura do divisor de águas entre o Araguaia e o Xingu, a chamada Serra do Roncador. Refere-se a índios da região. Mas o dr. Tihamér Szaffka, que acompanhou aquela expedição como etnógrafo, observa a respeito: "Impressões, dados, etc., que achamos neste livro, não são exatos, e o título duma fotografia incorreta, o que torna o livro inaproveitável." (Revista do Arquivo Municipal LXXXVII, São Paulo 1942, p. 172, nota 1).

Fonte: Biblioteca Digital Curt Nimuendajú

Roncador: Jornada da "Bandeira Piratininga". 1939. 1 ed.  Edições Cultura Brasileira: São Paulo, 294 p. ill., 21 cm.




Roncador: Expedição da Bandeira Piratininga. 1939. 1 ed. Rio de Janeiro: Edições Cultura Brasileira, 294 p.  


Roncador (Jornada da "Bandeira Piratininga". 1940. 2 ed. Edições Cultura Brasileira: Rio de Janeiro, 299 p.  


Roncador: Expedição da Bandeira Piratininga. 1940. 2 ed. Edições Cultura Brasileira: Rio de Janeiro, 294 p. 



Expedição à Serra do Roncador.Editora: Universitária. 1943. 3 ed. 299 p.

Expedição à Serra do Roncador.Editora: Universitária. 1943. 3 ed. 299 p.


Roncador. 1962. 4ª ed rev ill. Leia - SP. 329 p. 20 cm


Roncador. 1962. 4ª ed. Leia: São Paulo. 329 p.



_____________________________________________
RIO DA SOLIDÃO

Rio da Solidão. 1957. 1 ed. Nota explicativa de Afonso Schmidt; capa de Vicente di Grado. ClubE do Livro - SP. 178 p. map; 14 x 19 cm.

Rio da Solidão. 1957. 1 ed. . Clube do Livro: São Paulo. 178 p. 


Rio da Solidão. 1964. 2 ed. Leia - SP. 218 p.


Rio da Solidão. 1964. 2 ed. Leia: São Paulo. 218 p. 
_________________________________________________
TERRA SEM SOMBRA

Terra sem Sombra. 1952. 1ª ed. Capa de Nico Rosso. Coleção Saraiva, v. 53. Saraiva - SP. 242 p.



Terra sem Sombra. 1952. 1ª ed. Coleção Saraiva, v. 53. Saraiva:  São Paulo. 242 p.


Terra sem Sombra. 1964. 2ª ed, Leia: São Paulo. 241 p. 15 x 21 cm


Terra sem Sombra. 1964. 2ª ed, Leia: São Paulo. 241 p


__________________________________________________
BIU MARANDU
Biu Marandu: os donos da chuva. 1963. 1 ed. Edições Leia: São Paulo, 238 p.

Biu Marandu: os donos da chuva. 1963. 1 ed. Edições Leia: São Paulo, 238 p.
____________________________________________

ESPLENDOR SELVAGEM

 Esplendor Selvagem. 1960. 1 ed. Nota de Judas Isgorogota. Capa de Vicente di Grado. Clube do Livro: São Paulo. 1960. 160 p. 19cm


Esplendor Selvagem. 1960. 1 ed.  Clube do Livro: São Paulo. 160 p

Esplendor Selvagem. 1964. 2 ed. rev. ill. Prefácio: Judas Isgorogota, incluindo Biografia do Autor. Leia - SP.  261 p. 13 x 19


Esplendor Selvagem. 1964. 2 ed. Leia: São Paulo.  261 p. 

__________________________________________________
SERTÕES BRAVIOS
Sertões Bravios. 1943. 1 ed. Editora Universitária - SP.

Sertões Bravios. 1943. 1 ed. Editora Universitária: São Paulo. 


Sertões Bravios. 1962. 2 ed. rev. ill. Leia, SP. 189 p. 19 x 31 cm

Sertões Bravios. 1962. 2 ed. Leia: São Paulo. 189 p


__________________________________
BANDEIRANTES D'OESTE

Bombástica narrativa de viagens aos Karajá, Tapirapé e Javahé, realizadas pelo autor em 1945 e 1946, onde certas e boas observações se misturam tão inseparavelmente a produtos de fantasia, que o livro se torna, cientìficamente, inaproveitável.
Fonte: Biblioteca Curt Niemundajú

Bandeirantes d'Oeste. 1940. 1 ed. São Paulo, Editora Universitária. 293 p. ill. 23 cm

Bandeirantes d'Oeste. 1940. 1 ed. Editora Universitária:  São Paulo. 293 p

Bandeirantes d'Oeste. 1962. 2 ed. Leia: São Paulo. 327 p. ill. 23 cm

Bandeirantes d'Oeste. 1962. 2 ed. Leia: São Paulo. 327 p

_________________________________________________
LÉGUAS SEM FIM
Leguas sem fim. 1949. 1 ed. Editora Universitaria: São Paulo, 20 cm


Léguas sem fim. 1963. 2 ed. rev. ill. Ilustrações de Hamilton.  Leia:  São Paulo. 258 p.  20 cm

Léguas sem fim. 1963. 2 ed. Leia: São Paulo. 258 p
_______________________________________________
SUMAÚMA
Sumaúma:roteiro indianista. 1966. Nota explicativa de Fernandes Soares.São Paulo : Clube do Livro. 140 p. 19 cm.

Sumaúma:roteiro indianista. 1966. Clube do Livro: São Paulo. 140 p


_______________________________________________
BUGRES NO RIO DAS MORTES
Bugres no Rio das Mortes. 1973.  1 ed. Clube do Livro: São Paulo. 156 p. 19 cm. 

Este livro (póstumo) apresenta um prefácio da filha do autor Brunilde  Aureli Brito. Onde descreve as aventuras do pai no Brasil e exterior. Também uma breve biografia dos editores do Clube do Livro

Bugres no Rio das Mortes. 1973 1 ed. Clube do Livro: São Paulo. 156 p.

_________________________________


sexta-feira, 25 de agosto de 2017

Amazônia - Rondon - Livros sobre Rondon


Rondon

Clóvis de Gusmão - Livraria José Olympio Editora, 1942. Brochura, 226 pg

Rondon, de Clóvis de Gusmão - Livraria José Olympio Editora, 1942. Brochura, 226 págs

sábado, 1 de abril de 2017

Exploration of the Valley of the Amazon - William Lewis Herndon


Exploration of the Valley of the Amazon 

by William Lewis Herndon e Gary Kinder. 3 ed. 2000




HERNDON, W. L.; KINDER, G. Exploration of the Valley of the Amazon: 1851 - 1852.  New York: Grove Press, 2000. 343 ISBN 978-0802137043



In 1857, Captain William Lewis Herndon sacrificed his life trying to save 600 passengers and crew when his ship foundered in a hurricane off the Carolina coast. Memorialized in Gary Kinder's best-selling book Ship of Gold in the Deep Blue Sea, Herndon, with this final courageous act, epitomized a lifetime of heroism. Seven years earlier, the secretary of the Navy had appointed Herndon to lead the first American expedition into the Amazon Valley. Herndon departed Lima, Peru, on May 20, 1851, and arrived at Para, Brazil, nearly a year later, traveling 4,000 miles by foot, mule, canoe, and small boat. He cataloged the scientific and commercial observations requested by Congress, but he filed his report as a narrative, creating an intimate portrait of an exotic land before the outside world rushed in. Herndon's report so far surpassed his superiors' expectations that instead of printing the obligatory few hundred copies for Congress, the secretary of the Navy ordered 10,000 copies in the first print run; three months later, he ordered 20,000 more. Herndon described his adventures with such insight, such compassion and wit, and such literary grace that he came to symbolize the new spirit of exploration and discovery sweeping mid-nineteenth-century America. For the next hundred years, Herndon's report languished out of print before being revived briefly in 1951. Now, for the first time in nearly fifty years, Gary Kinder and Grove Press bring to readers one of the greatest chronicles of travel and exploration ever written.

Editorial Reviews  From Library Journal
Herndon, a U.S Navy captain, was ordered by the government to explore the Amazon in 1851 and write down his observations. Within a year he and his group had traveled more than 4000 miles by canoe, by mule, and often on foot at the peril of disease, hostiles, and being chomped by snakes (and today's trekkers carp because they can't plug in their hair dryers). His notes proved so marvelously written that the Secretary of the Navy ordered 10,000 copies printed. They went fast, and 20,000 more followed. 

About the Author
Herndon sacrificed his life in 1857, trying to save six hundred passengers and crew when his ship, the Central America, foundered in a hurricane off the Carolina coast. Naval officers erected a monument to his memory, which still stands at the U.S. Naval Academy in Annapolis. --This text refers to an out of print or unavailable edition of this title.


_________________________



Exploration of the Valley of the Amazon 

by William Lewis Herndon e  Lardner Gibbon. 1 ed. 1853










1853. First Edition. HERNDON, William Lewis and GIBBON, Lardner. Exploration of the Valley of the Amazon, Made under Direction of the Navy Department. Washington: Robert Armstrong; A.O.P. Nicholson, 1853-54. Three volumes. Octavo, original blind-stamped plum cloth. First edition, mixed Senate and House issues, of this fascinating and richly illustrated narrative of South American exploration, with 52 tinted lithographs and 38 in-text wood engravings, accompanied by scarce portfolio volume of three folding maps tracing Herndon’s passage through the Andes and descent along the Amazon.After serving in the United States Naval Observatory, Lt. William Lewis Herndon was sent to the South Pacific and in 1850 was chosen to lead a "Pacific squadron to return through South America via the Amazon Valley," an expedition planned in hopes of colonizing the region with slaveowners, thus eradicating slavery from the southern states, and as a means of preventing English merchants from establishing a cotton-producing industry along the river. Herndon left for Lima in January 1851, where it was decided he would approach the Amazon through Peru and Gibbon through Bolivian tributaries. After difficult passage through Peru, Herndon’s expedition reached Tingo Maria, at the confluence of the Monzon and Huallaga Rivers, and on September 25, 1851, "boats were fitted with decks and coverings, the American flag was raised and the Amazon was entered." Herndon completed his descent of the Amazon in January 1851 and "after a month sailed for the United States. Herndon’s report, and that of Gibbon, who had successfully descended the Madeira and Amazon, provided a wealth of information" (Howgego, 283). Herndon submitted his complete survey to Congress on January 26, 1853. It contains "minute, accurate and very interesting accounts of the aborigines of the Andes, and the Amazon and its tributaries" (Sabin 31524) and was "instrumental in helping to open up the Amazon River to merchant ships of all nations" (DAB). Narrative of Volume I by Herndon, Volume II by Gibbon. With separate portfolio volume of three engraved folding maps to accompany Herndon’s account, containing: Valley of the Amazon, partially color-outlined and measuring 19 by 24-1/2 inches; Plan del curso de los Rios Huallaga y Ucayli y del la Pampa del Sacramento, measuring 11-1/2 by 17 inches, and Map of the Rivers Huallaga, Ucayli & Amazon, measuring 27 by 60 inches. H


This American expedition was first proposed by the prominent oceanographer Matthew F. Maury. He urged North American plantation owners to emigrate to the Amazon valley with their slaves to seek their fortunes. He also advocated opening the Amazon to international commerce. Maury was the brother-in-law of Lt. Herndon, a naval officer. The expedition was organized by the U.S. Navy Department and sent out to South America in the Years 1851 and 1852. The Americans traveled to Chile and to Lima, Peru, where Lt. Herndon pushed into the upper Amazon. Lt. Gibbon traveled south through Bolivia and then into the selvas of Brazil. The two groups met in Serpa, Brazil, and then continued down the Amazon River to Para. Herndon was later lost with his ship, Central America, off Cape Hatteras, in 1857. 

The work itself is a minute, accurate, and very interesting study on the aborigines of the Andes and on the geography of the Amazon and its tributaries. (Hill pg. 284), Size : 8vo, 52 lithographed plates and 5 folding maps. The folding maps are usually found in two separate volumes but have been inserted into the this example., Volume : 2 volumes, References : Sabin 31524; Hill 803, Volume 1. P. 1-15, blank (2), frontis, title, blank, 3-414, blank (2), i-iii, plate listing; Volume 2. P. frontis, title, blank, iii-x, (1), 1-339

sábado, 25 de março de 2017

A LIBERDADE DE NAVEGAÇÃO NO AMAZONAS: RELAÇÕES ENTRE O IMPÉRIO E OS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA


Como indica seu subtítulo – Relações entre o Império e os Estados Unidos da América - a obra aborda o papel crucial desempenhado por aquela nação no longo processo de abertura do Rio Amazonas à navegação internacional, decretado em 1866. Considerando os aspectos diplomáticos, políticos e jurídicos, e com base em farta documentação, são historiados os conflitos que a questão suscitou entre o Brasil e outras nações, capitaneadas pelos EUA.







MEDEIROS, FERNANDO  SABOIA de MEDEIROS. A liberdade de navegação no Amazonas: relações entre o Império e os Estados Unidos da América.  São Paulo: Companhia Editora Nacional, 1938.  Brasiliana, v. 122. 1 ed. 303 p.





Resultado de imagem para A Liberdade De Navegacao Do Amazonas
1 ed.







Resultado de imagem para A Liberdade De Navegacao Do Amazonas

MEDEIROS, FERNANDO  SABÓIA de MEDEIROS. A liberdade de navegação no Amazonas: relações entre o Império e os Estados Unidos da América.  Biblioteca do Exército. São Paulo. Coleção General Benício, v. 505. 2014. 2 ed. 238 p.






sexta-feira, 24 de março de 2017

Trilhando a História - Aleks Palitot: 2012 Centenário da Estrada de Ferro Madeira Mamoré

Trilhando a História - Aleks Palitot: 2012 Centenário da Estrada de Ferro Madeira Mamoré

A INVENÇÃO DA AMAZÔNIA - NEIDE GOUDIN


"Esse estudo tão abrangente , e por isso mesmo aberto para outros textos e novas leituras sobre a região, nos permite rever uma região através das visões distorcidas que perduram, pois a Amazônia, enquanto "periferia exótica" de um Brasil desagregado, em crise crônica, ainda é um desafio em um lugar da utopia".




A invenção da Amazônia. Neide Gondim
Edição: 1

Editora: MARCO ZERO
ISBN: 8527901692
Ano: 1994
Páginas: 278






A invenção da Amazônia. Neide Gondim

Edição: 2

Editora: VALER

ISBN:  857512143x

Ano: 2007Páginas: 340





segunda-feira, 4 de julho de 2016

sábado, 26 de março de 2016

SITE DE LIVROS PARA TROCAS - SKOOB

CAROS BIBLIÓFILOS,

ESTOU SEM MUITO TEMO DE ATUALIZAR O BLOG E FAZER NOVAS POSTAGENS. ESTOU ORGANIZANDO OS LIVROS PARA REFAZER O BLOG COM FOCO APENAS NO CENÁRIO AMAZÔNICO E NOS LIVROS DA ESPIÃ BRIGITTE

POR ABSOLUTA FALTA DE ESPAÇO COLOQUEI CERCA DE 300 LIVROS PARA TROCA NO SKOOB ...SE TIVEREM INTERESSE O ENDEREÇO LÁ É

www.skoob.com.br

Stanislaws

https://www.skoob.com.br/estante/livros/todos/305290

SAUDAÇÕES LITERÁRIAS E ATÉ BREVE

STANISLAWS BOOKER
Março de 2015


sábado, 3 de outubro de 2015

Série livros sobre a Amazônia: A ditadura militar e o genocídio do povo Waimiri-Atroari



A Ditadura Militar e o Genocídio do Povo Waimiri-Atroari


Title: A Ditadura Militar e o Genocídio do Povo Waimiri-Atroari
Organizador:  Comitê Estadual de Direito à Verdade, à Memória e à Justiça do Amazonas
Publisher: Editora Curt Nimuendajú
ISBN: 978-85-99944-40-0 - 1t Edition: 2014